Guias de Pesca 1

Esse é o quadro em que apresento guias de pesca com quem tive a oportunidade de dividir o barco e acompanhar os serviço que recomendo. O primeiro é o Diego Motta – guia de pesca na Região do estuário Santos / São Vicente especializado na pesca de robalos com uso de iscas artificiais. Excelente pescador e orientador apto a lhe acompanhar em pescarias em sua região

Acompanhe o video que apresenta a sua operação:

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Email: pepemelega@gmail.com

Xaréu no Micro Jig

Minha última ida a Sergipe, pescando na operação Fishing Seabra do amigo Marcos Seabra ocorreu algo inusitado, mas muito prazeroso – em um ponto de pesca onde estávamos fisgando robalos pevas com equipamento leve usando micro jig da Big One, uma vara Major Craft Benkei de 6’8″ 5~10 lb para molinete equipada com um molinete Penn Battle II 1000 entrou um xaréu amarelo – típico da costa sergipana para dar uma emoção extra na pescaria. Acompanhem as imagens captadas pelo parceiro velho de guerra Augusto Losacco.

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Black Bass não deixamos sumir

Quando passei a me dedicar de fato a pesca com iscas artificiais tinha disponível três opções Black Bass ( reservatórios no entorno de São Paulo, SP), Robalo no litoral – Bertioga, Santos e São Vicente e Traíra no quintal de casa – em Itú  e como isso era satisfatório, como me divertia e como aprendi com essas espécies. 

O Black Bass era o mais sofisticado, nobre, as pessoas que a ele se dedicavam o faziam como um ritual para se atingir a excelência. Já o Robalo era a ciência de escolher a maré adequada para se ter uma boa pescaria – sempre foi meu favorito, qualquer possibilidade de pesca-lo era prioridade, já a Traíra a disponível estava na propriedade da família, lá pelos lagos era só ir atrás dela, mas sem duvida foi a que mais me ensinou a princípio !

O Black Bass, manhoso, difícil, astuto pedia um arsenal de iscas para ir atrás deles – duas varas, era pouco. O Robalo com duas varas se estava mega equipado para o dia, a Traíra a vara encostada com o popper “pra bosta” do Faria me bastava – bons tempos !

Mas voltemos ao Black Bass é o seu “Templo” em São Paulo – Cachoeira do França, putz que saudade de lá ir pescar – como era prazeiroso poder estar lá – mesmo num mal dia de pesca. Muita diversão, muitos amigos e um grande parceiro que muito me ensinou Luis Philippe Santoro. Depois um período pescando em Nazaré Paulista, com outro parceiro importante, Fábio Zurlini. Algumas investidas na Cachoeira da Fumaça – com os amigos Denis Garbo e o saudoso Wilson . Soma-se a isso Joanopólis, Piracaia, a viagem para conhecer Capivari/Cachoeira no Paraná e segui conhecendo no estado Voçoroca, Ingleses, Passaúna. Rio Grande do Sul outro destino onde fui apresentando as represas da Divisa e Blang, passei por açudes como os Búfalos e ARPIA além do lago em São Francisco de Paula em frente ao hotel Cavalinho Branco. Santa Catarina – por onde pesquei em lagos na região de Santa Cecilia e conheci o local onde em todas as visitas que fiz as pescarias foram boas, Represa de Buriti-Timbó Grande. Também andei por onde tudo indica ter sido o berço da presença do Black Bass pelas águas do nosso país – Minas Gerais – o melhor o sul de Minas – pena que na época não nos deixaram ficar pescando. Alex Koike, Lester Scalon e eu fomos gentilmente convidados a nós retirar do que tudo indicava ser uma grata experiência.  O destino mais recente em que estive pescando-o foi em Santa Catarina – Curitibanos e Palmas locais excelentes. 

Esse peixe que tanto ensinou/ensina, que tanto movimentou/movimenta a pesca esportiva no Brasil, onde criou negócios/economia merece atenção – ele não é um clandestino, nunca o foi – exótico, introduzido sim, mas não clandestino. Ele foi em 1953 uma alternativa acrescida em represas com a finalidade de controlar o avanço da Pirambeba – peixe da família das Piranhas. Opção usada na época em represas que poderiam ter suas temperaturas resfriadas abaixo de 16º que é critico para a opção endêmica do país – o Tucunaré azul. Ele não é predador que com tudo acaba como alguns querem que seja visto. Ele é um habitante, ou melhor, era um habitante frequente de lagos pelo sudeste/sul do país que está desaparecendo.  Ele merece respeito !

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Feed Back sobre YGK

Cada vez mais fã #YGK com matéria prima Izanas da TOYOBO com peso molecular maior melhorou e facilita os arremessos longos e a precisão – já é uma “velha” conhecida – mas agora super testada se mostrou bem adequada para a prática da pesca com iscas artificiais. Recomendo, mas é preciso ter cuidado na escolha – iscas pesadas pedem espessura maior nos fios de multi filamentos para não se romper com o impacto do arremesso ! Aqui abaixo vai uma tabela de referência em relação aos pesos das iscas com a escolha de resistência da linha que ajuda muito:

Peso Resistência

1-5 gr 10 – 15 lb

5-7 gr 20 lb

8-14 gr 25 – 30 lb

15-20 gr 35 lb

21-40 gr 40 lb

41-60 gr 50 lb

61-80 gr 65 lb

81-100gr 80 lb

Em relação a ser 4 ou 8 fios a minha preferência é : Pescando em estruturas – com paus, vegetação, craca e estruturas de concreto como ponte e pier opto por 4 fios. Quando pesco longe da margem tipo baía e ou mar aberto opto por 8 fios.

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Uma Lembrança Marcante

Hoje divido com vocês uma lembrança muito marcante ocorrida em 2019 no rio Paraná, já em território argentino. Estávamos hospedados em Puerto Paraiso – Itati, Corrientes e presenciamos um enorme cardume de curimbatás subindo o rio, num determinado momento esse entra em processo de procriação. As fêmeas que muitas vezes são perseguidas por dois, três machos na esperança de fecundar as ovas por elas expelidas, realizavam o “balé” da desova – algo único de ser ver, que podemos gravar e dividir inicialmente com os frequentadores do canal Pesca & Companhia no Youtube. Para mim foi marcante e abaixo dividido nesse espaço esse momento emocionante.

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Vara para peixes brutos

Quando pensamos em peixe de couro procuramos algo no mercado que nem sempre é adequado quando o assunto são peixes brutos como Piraíba e Pirarara na região do rio Araguaia – principalmente, onde se usa uma técnica que coloca muita linha na água e exige carretilhas de portes avantajados para isso.

Se faz necessário uma haste (blank) longo, em minha opinião, recomendo entre 6’2″ a 6’6″ , passadores com molduras (frame) fortes que suportem a pressão ocorrida quando trabalhamos um exemplar de porte. Um butt – parte final do cabo que fica em contato com as secretárias existentes nos barcos (porta varas) para facilitar a retirada dessas mesmo sobre forte pressão com tamanho de 10″ que é um padrão adequado a estatura dos brasileiros. Reel seat (suporte da carretilha) em alumínio é o preferencial e com tamanho entre #20 e 22 já que são usadas carretilhas grandes. A parte da frente do cabo (fore grip) deve acomodar duas mão, pois na hora da briga é usual usarmos dessa facilidade quando estamos usando o colete de suporte – que considero um excelente acessório que muito ajuda na hora da briga, pensa no mínimo em 10″ de comprimento e recomendo usar EVA mais macio e confortável. Há excelentes opções no mercado, mas nem todas juntam essas caracteristicas – muitos customizadores fazem excelentes trabalhos e valem o investimento para que se tenha o caniço adequado.

Importante, a vara e que faz o esforço, o trabalho de cansar o peixe – confesso que minha principal escolha ao investir é primeiro nela depois penso numa carretilha e ou molinete compatível – a adequação da vara é fundamental para a pesca que se vai praticar !

Escolha a vara adequada – ela é quem vai te ajudar a capturar um peixe bruto

Observação: Há um erro no vídeo – eu menciono rear grip – quando na realidade a parte da frente onde se pega com as duas mãos é o fore grip – Falha minha

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Novidades Acontecendo

Hoje é só noticias, rssssss A primeira é que a coleção de cores da Pepe Mélega Pro Series feita pela Deconto Iscas Artificiais recebeu uma atualização – agora passam a ser seis (6) cores disponíveis – duas novas a 175 para dias com muita luminosidade, muito eficiente para pesca com iscas modelos Biruta e Super Bait Popper. A segunda é 176 destinadas a águas com muita suspensão – barrentas ou brancas (oriundas de areia) . Houve também uma atualização na cor 172 (veja no detalhe do flyer) , que permitiu um melhor contraste em diversas cores de água que encontramos no Brasil. Nos teste ele se mostrou ainda mais eficaz que sua antecessora.

A segunda noticia é a apresentação oficial da vinheta, que aconteceu no Instagram, que passaremos a usar em nossos vídeos que já estão em produção e aqui serão disponibilizadas. A proposta do canal continua a ser a mesma – noticias, dicas e truques que ajudam a pescar melhor, não se trata de mais programas de pesca como há tantos disponíveis levando até vocês a emoção de se pescar. Veja no link abaixo: